Um dos fatos mais marcantes da época da universidade foi o sequestro e tortura, por agentes da ditadura, do colega de turma de Sociologia da UFPE, Edval Nunes, o Cajá, líder de movimento estudantil. Cajá era integrante da Comissão de Justiça e Paz, organizada por Dom Helder Câmara, arcebispo de Olinda e Recife. Ficou em cárcere privado por 12 meses. Sua prisão gerou repercussão nacional e internacional. Diante da pressão popular, Cajá foi solto e depois, novamente preso, sendo libertado definitivamente em 1 de junho de 1979.